5ª Agrotec traz os drones atuando no agronegócio

A 5ª Jornada Acadêmica Integrada dos cursos de Agronomia e Tecnologia em Produção Agrícola da UNIGRAN – Agrotec – trouxe para debate a temática “Tecnologia e Inovação: Uma nova Visão para o Futuro no Agronegócio”. O evento contou com palestras e minicursos no intuito de disseminar conhecimentos direcionados aos acadêmicos e à classe do agronegócio.

Para as palestras de abertura esteve presente o presidente da Aprosoja/MS, Christiano Bortolotto, que falou sobre “A importância do Agronegócio Brasileiro” e do engenheiro agrônomo, José Trevelin Júnior, que abordou “Drones: Inovações Tecnológicas na Cultura da Cana-de-açúcar”.

O drone já é um negócio conhecido há algum tempo nos Estados Unidos e agora, há uns cinco anos, há o uso intensivo e quase que cotidiano na agricultura. O engenheiro agrônomo José Trivelin Junior afirma que é uma ferramenta que ainda está em desenvolvimento, mas com algumas práticas já consolidadas, como por exemplo, no levantamento de linha, de praga e de erva daninha.

“Tem muita coisa em desenvolvimento, como na aplicação de defensivos, liberação de inimigo natural para controle biológico. Vemos algumas inovações, vários tipos, tamanhos e modelos, o que permite até mesmo o produtor ter um equipamento desses, não precisa ser uma grande empresa ou uma equipe especializada. Hoje temos agricultores que tem e que opera o equipamento fazendo diagnóstico, usa para fazer mapeamento, levantamento de imagens da lavoura”, menciona.

O drone teve, inicialmente, o uso com imagem, para ter visão da área ou fazer um levantamento topográfico da área. “Isso possibilitou o acesso para qualquer agricultor ter essa informação de uma forma muito mais rápida: ele mesmo tem, ele mesmo configura, ele mesmo usa, então quer dizer que se criou essa facilidade de uso, criou-se a popularização da ferramenta”, garante o engenheiro agrônomo.

Contudo, José Trivelin Junior cita que os usos mais complexos, como para pulverização, eliminação de inimigos naturais, sensoriamento, fazer levantamentos de LVDI, requer uma quantidade de recursos além do drone, como software e ferramentas para trabalhar as imagens captadas.

 

 

Fonte: www.agorams.com.br

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