Drone Parrot Bebop-Pro para o combate a incêndios florestais

Após a hecatombe que se abateu sobre Portugal, com os incêndios florestais a roubarem o país de riqueza natural e reclamando mais de cem vidas inocentes, muito do discurso faz-se em torno da aquisição de mais meios de combate e investimentos avultados. Mas ninguém duvida que a chave é a prevenção e a fabricante de drones Parrot tem uma solução especializada na prevenção de incêndios no Parrot Bebop-Pro Thermal.

Equipado com uma câmara térmica, o Bebop-Pro Thermal pode detectar focos de calor a longas distâncias, e estes tanto podem ser incêndios activos, como fogueiras, braseiros ou simplesmente pessoas perdidas. Enquanto pode parecer fácil detectar estes incêndios durante o dia com detecção óptica, durante a noite os incêndios florestais podem reacender-se com maiores dificuldades de detecção. Uma câmara FHD frontal estabilizada ajudará posteriormente a identificar visualmente as fontes de problemas.

Aqui, e no caso de ocorrências de grandes dimensões, com grande área ardida, os meios podem dar por si amplamente espalhados em acções de monitorização e vigilância. Entretanto, meios altamente móveis e com capacidade de se manterem no ar a grandes altitudes podem com muito menos recursos detectar fontes de perigo. Cada unidade do Parrot Bebop-Pro Thermal custa $1,500, incluindo já a câmara FHD, o FLIR, controlador e 3 baterias, cada uma com capacidade para 25 minutos de vôo e dois carregadores.

O potencial do Parrot Bebop-Pro Thermal não se esgota nos incêndios florestais e pode igualmente ser utilizado em ocorrências urbanas e monitorização de estruturas. Isto significa que o drone poderia ser utilizado para monitorizar os muitos quilómetros de linhas de transporte energético pelo interior do país à procura de sinais de perigo, ou monitorização de zonas específicas de flora que constituíssem zonas problemáticas.

Em teoria, cada drone poderá ser mais económico e eficiente do que aeronaves como helicópteros ou aviões de patrulha que custam centenas, senão milhares de euros por cada hora de vôo, e milhões por cada aluguer ou compra.Os incêndios florestais em Portugal não são somente uma questão de planeamento florestal, mas de desertificação do interior, onde escasseiam os meios para prevenção e combate aos sinistros. É expectável que, se a tendência não se inverter, a detecção precoce destes eventos se torne mais difícil. As novas tecnologias como os drones podem e devem ocupar um lugar central em todo o processo de prevenção, detecção e combate aos fogos, numa estrutura de protecção civil ainda muito agarrada a um paradigma industrial e pouco capacitada para micro gestão dos seus recursos.

 

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Fonte: tekgenius.pt

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